Wednesday, July 02, 2008

O único erro

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Antes de vê-la partir de vez, tentei preservá-la, mais uma vez, como se você fosse única. Esse talvez tenha sido meu único erro. Não se preserva uma raridade. As raridades se preservam por si só. Portanto amor: preserve-se. Portanto amor: mantenha-se única e me deixe arrependido nesses sonhos múltiplos que sonho nos meus diversos sonos - sonos, esses, causados por esse único erro que cometi unicamente por tanto amar. Ou melhor: unicamente por tanto te amar.
Portanto amor: regresse. Por tanto amor, amor, regresse.
[...]

8 comments:

Alice said...

Volta Logo !!! ......ele merece.

rsrss.. bjkassssss

Camilinha said...

A liberdade é o coração do amor. Tire-a e ele morrerá, fatalmente, de um ataque cardíaco fulminate!


beijos daqui... e bom final de semana!

Camila. said...

Me senti desnudada ao lê-lo agora. São meus estas palavras e sentimentos teus, são meus - minhas dores. Minhas borboletas de Berlim que insistem em voar descontroladamente, me abandonar sem sequer um adeus. Voam, voam...

mari said...

espero que ela já tenha regressado.

um beijo, querido poeta.

Morganna said...

cadê tu, poeta?

(é. eu imitei a menina daí de cima.^^)

Anonymous said...

Alguém sente sua falta.
Há alguém que gostaria de lê-lo.

Daniel Barros said...

Lindos textos por aqui.

Bárbara (B.) said...

Me faltam palavras para descrever-te.